Jogo dos erros gramaticais

by cursovilabrasil on 29/06/2015 No comments

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O Portal Educar para Crescer criou um jogo para aquelas pessoas que querem testar seus conhecimentos de gramática do português. É um jogo muito interessante! Ele aprensenta 5 níveis de dificuldade e após cada resposta ser enviada, aparece uma explicação sobre a regra. O legal é que mesmo se você acertar a pergunta, o jogo te explica o motivo de a resposta certa ser aquela! Vale a pena!

Quero jogar!

 

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Exposição “Brinquedos à Mão” reúne objetos infantis feitos a mão

by cursovilabrasil on 23/06/2015 No comments

[styled_title]Exposição “Brinquedos à Mão” reúne objetos infantis feitos à mão[/styled_title]

De 24 de junho a 23 de agosto, a Caixa Cultural Brasília apresenta, a exposição Brinquedos à mão, acervo de Sálua Chequer, colecionadora e pesquisadora de cultura popular. Pouco conhecidos das crianças dos grandes centros urbanos de hoje, os brinquedos dessa mostra foram feitos por artesãos que transformaram barro, pedaços de pau e de pano, latas de óleo e caixas de papelão em objetos lúdicos.

INFORMAÇÕES

Data: 24/06/2015 a 23/08/2015 Como Chegar 
Horário: Terça-feira a domingo, das 9h às 21h 
Horário da Bilheteria: Terça a sexta-feira e domingo, das 13h às 21h e sábado, das 9h às 21h
Local: CAIXA Cultural Brasília
Entrada: Galeria Vitrine 
Valor do Ingresso: Entrada Franca

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10 Coisas para Fazer no Final de Semana em Brasília

by cursovilabrasil on 04/06/2015 No comments

[styled_title]10 Coisas para Fazer no Final de Semana em Brasília[/styled_title]

Se você ainda não tem programação para este final de semana, este post é especialmente para você! Confira aqui 10 coisas que você poder fazer para dar uma animada e sair da rotina!

01 – A Rua é Nossa II – Dia 04 de junho vai rolar a Rua É Nossa II comemorando 1 ano da Urukombi. A partir das 15h na comercial da 408 norte. Confira!

02 – Hambúrguer na Calçada – Seguindo a tradição das quintas-feiras, o Hambúrguer na Calçada, além dos sanduíches, contará com menu de comidas típicas caipiras. Dia 04 de junho, saiba mais!

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03 – Programação de Food Truks – Quer saber aonde os Food Trucks estarão essa semana? Confira a programação de cada um.

04  – Hipnomagic  – é uma apresentação inesquecível, para conhecer e explorar os limites da mente com a Hipnose e seguir além deles com o Ilusionismo. O Espetáculo acontece de 06 a 27 de Junho e de 11 a 26 de Julho. Confira!

05 – Festa Joanina – Nos dias 5 e 6 de Junho tem Festa Joanina no Minas Brasília Tênis Clube. Não perca.

06 – PicniK – estende pela primeira vez sua duração para dois dias, 6 e 7 de junho,  e realiza Festival de bandas autorais alternativas com nomes de peso local, nacional e internacional.

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07 – Cinema – Que tal aproveitar o feriado curtindo um cineminha?! Confira os horários dos cinemas da capital e aproveite!

08 – Chá da Alice – No dia 06 de Junho tem Chá da Alice Edição Charraiá na Victoria Haus Brasília. Não perca.

09 –  Relatos Não Oficiais Sobre o Andar 43 – Aos sábados e domingos de 30 de maio a 14 de junho acontece o espetáculo Relatos Não Oficiais Sobre o Andar 43 no Espaço Cena. Confira!

10 – Festa Junina 2015  – Fique de olho na programação atualizada e não perca nenhuma oportunidade de comer aquela canjica quentinha! Confira o calendário!

Fonte: http://brasilia.deboa.com/dicas-descontos/10-coisas-para-fazer-no-final-de-semana

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Você sabia que o arroz doce tem origem africana?

by cursovilabrasil on 04/06/2015 No comments

[styled_title]Você sabia que o arroz doce tem origem africana?[/styled_title]

Arroz doce“O português com seu gênio de assimilação trouxera para sua mesa alimentos, temperos, doces, aromas, cores, adornos de pratos, costume e ritos de alimentação das mais requintadas civilizações do Oriente e do Norte da África. Esses valores e esses ritos se juntaram a combinações já antigas de pratos cristãos com mouros e israelitas (…)”.   

(Gilberto Freyre in Manifesto Regionalista,1926.)

 

Um dominante conceito de mundialização está em Gilberto Freyre, especialmente quando se trata das comidas, dos seus processos culinários e dos rituais de servir e de comensalidade; pois ele escolheu a comida, e seus complexos processos e símbolos, como um dos seus mais estimados métodos para interpretar o brasileiro.

Gilberto sempre notabilizou o homem muçulmano (mouro) na formação brasileira, e na construção da civilização Ibérica, principalmente nas bases culturais e sociais de Portugal.

Desta maneira, o nosso colono oficial português já trazia uma formação afro-islâmica que estava presente na comida, na estética, no idioma, na música, na arquitetura; e em tantos outros temas que marcantes que determinaram as nossas características de povo.

Dessas tradições luso-muçulmanas, chegam elaboradas técnicas culinárias, ingredientes, receitas; e a valorização estética das comidas e dos utensílios da mesa, havendo uma grande importância nos rituais da comensalidade. Tudo isso passa a marcar os nossos hábitos e preferências alimentares, e consequentemente na formação de nosso paladar.

É o caso do tão querido e popular “roz bil halibi”, o nosso arroz doce.  Sobremesa do cotidiano, comum, que pode ser enriquecida com leite de coco, raspas de limão, gemas de ovos; e, muita, muita canela para enfeitar o prato, para dar gosto e cheiro.

O arroz, ainda quente, na travessa ou prato, é pulverizado com a canela, que exala o perfume do Oriente. Canela vinda do Ceilão, da Índia.  E o açúcar, sim, muito açúcar, pois, tradicionalmente a nossa doçaria é muito doce, nossos preparos são dulcíssimos, o que afirma uma civilização dominante da cana sacarina no Brasil.

Assim, o nosso arroz doce, cujas receitas nacionais nascem da tradição do norte da África, aproxima-se também de outros processos culinários como misturar o leite, o arroz e o açúcar, na milenar e tradicional cozinha indiana; com o pongal ou makar-sankranti e o kheer, pratos oferecidos no festival Jyaishtha Ashthami.

A canela possibilita criar no arroz doce elementos visuais, desenhos, numa estética para ser saboreada. Ainda, pode-se realizar desenhos impressos com o uso da técnica do ferro quente colocado sobre camadas generosas de canela [o que faz exalar o aroma dominante que anuncia o doce, o prazer da comida doce]. Lembrança do deliciosocrème brulee; também alvo de uma camada crocante feita pelo emprego deste ferro, que é um utensílio culinário especial, ou se pode usar o contemporâneo maçarico culinário. Gilberto Freyre também é um apreciador declarado do arroz doce feito com leite, baunilha, açúcar, e muita canela.

Falo agora das minhas lembranças familiares que se repetem sobre grandes travessas de louça, branca e grossa, que recebem o generoso arroz doce, úmido, quase papa, pontuado também com cravos da Índia, além de um banho intenso de canela.

As receitas tradicionais do arroz doce da cozinha Magreb traz também o maa al wared –essência aromática de água de rosas –, e/ou o maa el zahar – essência aromática de água de flor de laranjeira –, o que adiciona aromas e sabores especiais. É uma assinatura da África muçulmana e mediterrânea.

Trago uma receita do “roz bil hahlib” do Norte da África que atesta uma sofisticada cozinha, coerente ao que há de mais contemporâneo e “fashion” na gastronomia globalizada.

  • 1000ml de leite, 1chícara de chá de arroz, 500g de açúcar, 1 colher de água de flor de laranjeiras ou de rosas. Pistache, nozes ou amêndoas, violetas ou rosas cristalizadas. Modo de fazer: aqueça ½ litro de leite, e depois coloque o arroz. Sempre mexendo até que esteja muito bem cozido. Agora acrescente o restante do leite, que deve estar pré-aquecido, o açúcar e continue cozinhando lentamente em fogo baixo até o leite secar; aí, então, misture a água de flor de laranjeira ou de rosas. Ainda quente, coloque no prato ou travessa, acrescente os pistaches, as nozes ou amêndoas, e as violetas ou rosas cristalizadas.

No caso brasileiro, há muitas receitas de arroz doce que não incluem tais essências aromáticas. Contudo, alguns mingaus de milho branco e de carimã, do Recôncavo da Bahia, têm incluídos nos seus preparos a água de flor de laranjeira.

Sem dúvida, a matriz africana é diversa e está além do dendê, ou das pimentas, pois, a ampla doçaria da costa mediterrânea da África espalhou-se pela Europa, e está na nossa mesa brasileira enquanto memória formadora dos nossos costumes e das nossas escolhas alimentares.

 

Recife, 10 de maio de 2015.

Raul Lody

Fonte: https://brasilbomdeboca.wordpress.com/2015/05/10/tao-doce-tao-muculmano-tao-brasileiro-o-arroz-doce/

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Todos os indígenas são índios?

by cursovilabrasil on 02/06/2015 No comments

[styled_title]Todos os indígenas são índios?[/styled_title]

População indígena que vive nas cidades aumentou e agora exige atendimento específico na rede pública de saúde
(Foto Odair Leal)

A campanha de vacinação contra a gripe, que acaba de ser prorrogada por causa da baixa adesão, pretende imunizar alguns grupos de pessoas naturalmente mais vulneráveis ou mais expostas ao contágio, como os profissionais de saúde, os presidiários, os idosos e os indígenas – estes últimos, também popularmente conhecidos como índios. A semelhança fonética entre “índio” e “indígena”, somada à semelhança de significados, nos induz logo a pensar que se trate de palavras aparentadas, o que não é verdade: trata-se, antes, de uma dessas coincidências capciosas, uma peça que a língua nos prega.

É que “indígena” provém do latim indigena, formado de indu, “dentro”, e geno, “gerar, dar à luz”, significando “natural do próprio país, nativo”. Ou seja, na Roma antiga, indígenas eram os próprios romanos (no Império Romano não havia índios). Por outro lado, na Renascença a palavra “índio” designava (e em espanhol ainda designa) os indianos; a confusão entre “índio” e “indiano” se deu justamente porque, segundo reza a lenda, os primeiros europeus a chegar à América, com a expedição de Cristóvão Colombo, acreditavam ter chegado às Índias. (Por causa disso, até hoje, a palavra inglesa Indian denomina tanto os indianos quanto os índios.)

Por outro lado, os índios não deixam de ser os nativos do continente americano, portanto legítimos indígenas. E aí está feita a confusão! Embora não seja usual, a palavra “indígena” seria perfeitamente aplicável a qualquer população nativa em relação aos exploradores europeus: nativos africanos, aborígines australianos, esquimós, habitantes das estepes siberianas, etc. Só que o uso reiterado de “indígena” em relação ao ameríndio e somente a este acaba reforçando a ilusão de parentesco entre palavras cuja similitude é puramente fortuita.

Quanto aos termos “índio” e “indiano”, suas origens remontam à Índia, terra assim chamada por causa do rio Indo, cujo nome no antigo persa era Hindus. Essa denominação veio, por sua vez, do sânscrito Sindhu. É do persa, por meio do grego, que se origina o nome “hindu”, designativo de uma das religiões da Índia, e que muitos confundem com a própria etnia indiana. Como, na Antiguidade, muitas civilizações cresceram em torno de religiões, não é absurdo falar-se de uma civilização hindu, já que, naquela época, etnia e religião andavam juntas; entretanto, nos dias de hoje, é mais adequado nos referirmos à Índia como Estado ou governo indiano do que Estado ou governo hindu – até porque a nação indiana é composta de um sem-número de comunidades religiosas, das quais a hindu é a maior, mas não a única.

Fonte: http://revistalingua.com.br/textos/blog-abizzocchi/todos-os-indigenas-sao-indios-349987-1.asp

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