Bolsas criar lusofonia

by cursovilabrasil on 26/11/2014 No comments

[styled_title]BOLSAS CRIAR LUSOFONIA[/styled_title]

O concurso Criar Lusofonia tem por objetivo a atribuição de bolsas no domínio da escrita, para estadas em países da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa.  As candidaturas podem ser realizadas até ao dia 30 de dezembro.

Pretende-se criar oportunidades de contato aprofundado com outros países lusófonos aos escritores/investigadores de língua portuguesa, a fim de produzirem uma obra destinada à divulgação no espaço lusófono.

A edição 2013-2014 do concurso é patrocinada pela Secretaria de Estado da Cultura / Direção Geral do Livro e das Bibliotecas e gerida pelo Centro Nacional de Cultura (CNC).

Serão instituídas duas bolsas de criação/investigação literária que permitirão estadas de quatro meses em Portugal ou num dos outros sete países lusófonos.

Saiba mais, clique aqui

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Festival de cinema da Língua Portuguesa abre inscrições

by cursovilabrasil on 25/11/2014 No comments

[styled_title]Festival de cinema da Língua Portuguesa abre inscrições[/styled_title]

Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa

Estão abertas, até o dia 15 de dezembro, as inscrições para o 6º FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa. O evento acontecerá na cidade de Lisboa, em Portugal, entre os dias 8 e 15 de abril de 2015.

A iniciativa abrange filmes dos nove membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa: Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do FESTin, por meio do preenchimento da ficha disponível no regulamento e da autorização de exibição, e de seu envio por via postal. A obra inscrita, que deve ter sido finalizada entre janeiro de 2013 e novembro de 2014, pode ser enviada pelas plataformas Movibeta ou Festhome, ou remetida por via postal (duas cópias em DVD).

Os interessados também devem enviar material promocional – fotografias em alta resolução, cartazes, biografia, fotografia e filmografia do realizador – digitalmente.

Clique aqui para consultar o regulamento e a ficha de inscrição do FESTin.

O FESTin é composto por três categorias competitivas: curtas-metragens de ficção, de até 25 minutos; longas-metragens de ficção, com no mínimo 70 minutos; e documentários de longa duração.

O festival conta ainda com as mostras não competitivas de Cinema Brasileiro, Inclusão Social e Mostra Infanto-Juvenil; País Convidado; Homenagem a um país membro da CPLP e outras mostras designadas pela direção.

Premiações

Ao final do evento, serão designados pelo júri seis prêmios: melhor longa-metragem, melhor ator, melhor atriz, melhor realizador, melhor curta-metragem e melhor documentário de longa duração, além de menções honrosas em qualquer categoria. O público também escolherá, por meio de voto, os melhores longa, curta e documentário.

Para mais informações, acesse o site oficial do Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa.

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Você sabia que a cidade mais amigável do mundo fica no Brasil?

by cursovilabrasil on 13/11/2014 No comments

[styled_title]Você sabia que Florionópolis é considerada a cidade mais amigável do mundo?[/styled_title]

florianopolis

O Rio de Janeiro é famoso por suas lindas praias com um visual inigualável. Curitiba oferece muitas opções para quem gosta de frequentar parques e estar em contato com a natureza. Ainda, em Salvador é possível revisitar uma parte da história do país e provar os sabores da culinária local.

Reunindo os resultados, a publicação conseguiu descobrir as cidades mais acolhedoras na opinião dos turistas. Por consequência, os destinos mais mal-avaliados foram considerados os menos amigáveis do mundo.

Brasil em primeiro lugar

O ranking das cidades mais amigáveis foi criado a partir da avaliação de aspectos como a localização, o tamanho e a percepção política da cidade, além das barreiras linguísticas que os viajantes possam ter enfrentado.

Ao somar as notas, o destino mais bem avaliado do mundo foi Florianópolis, capital de Santa Catarina. A cidade alcançou o total de 95,8 pontos no ranking e ficou em primeiro lugar, desbancando cidades nos Estados Unidos, na Nova Zelândia e na Austrália.

Entre os fatores que levaram os leitores a dar boas notas para a capital catarinense estão as incríveis paisagens e a simpatia dos moradores. Os turistas ressaltaram que o destino é perfeito para quem gosta de passear, praticar esportes aquáticos ou conhecer o comércio local. As informações dadas pelos habitantes foram consideradas confiáveis e os serviços do aeroporto foram avaliados como cordiais e eficientes.

As cidades mais amigáveis do mundo

Abaixo você confere a lista completa divulgada pela Condé Nast Traveler:

  • 1º Lugar: Florianópolis, Brasil (95,8 pontos)
  • 2º Lugar: Hobart, Tasmânia (95,4 pontos)
  • 3º Lugar: Thimpu, Butão (93,7 pontos)
  • 4º Lugar: Queenstown, Nova Zelândia (91,8 pontos)
  • 5º Lugar: Charleston, EUA (91,5 pontos)
  • 6º Lugar: Paro, Butão (90,3 pontos)
  • 7º Lugar: Margaret River, Austrália (90,3 pontos)
  • 8º Lugar: Mandalay, Burma (89,8 pontos)
  • 9º Lugar: Kilkenny, Irlanda (89,1 pontos)
  • 10º Lugar: Ubud, Indonésia (89,1 pontos)
  • 11º Lugar: Chiang Mai, Tailândia (88,9 pontos)
  • 12º Lugar: Christchurch, Nova Zelândia (88,4 pontos)
  • 13º Lugar: Dublin, Irlanda (88 pontos)
  • 14º Lugar: Galena, Estados Unidos (87,9 pontos)
  • 15º Lugar: Victoria, Canadá (87,9 pontos)
  • 16º Lugar: Auckland, Nova Zelândia (87,8 pontos)
  • 17º Lugar: Savannah, Geórgia (87,8 pontos)
  • 18º Lugar: Edimburgo, Escócia (87,7 pontos)
  • 19º Lugar: Asheville, Estados Unidos (87,5 pontos)
  • 20º Lugar: Cork, Irlanda (87,5 pontos)

Fonte: Moda e Afins

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6 costumes brasileiros no trabalho que estrangeiros não entendem

by cursovilabrasil on 11/11/2014 No comments

[styled_title]Conheça 6 costumes brasileiros no trabalho que estrangeiros não entendem[/styled_title]

Empresas estrangeiras estão cada vez mais comuns no Brasil, assim como as companhias nacionais que já têm como objetivo atingir um mercado internacional e, consequentemente, mais amplo. Tais modificações têm suscitado um maior grau de convivência entre os brasileiros e os estrangeiros.

O conflito cultural é algo comum quando as pessoas de uma mesma empresa possuem costumes completamente diferentes. Mesmo que os estereótipos dos brasileiros no exterior não valham para todos nós (nem todos gostamos de comer feijão com arroz, de sambar ou de jogar futebol), existem aspectos culturais que estão gravados em praticamente todos os brasileiros. Veja abaixo algumas dessas atitudes listadas com base nas experiências de três especialistas no assunto:

1 – Enrolar na hora de falar

Um dos principais empecilhos que muitos brasileiros enfrentam ao conversar profissionalmente com estrangeiros é o modo de falar – e isso não tem nada a ver com o idioma em si. De acordo com a consultora Jussara Nunes, os brasileiros explicam muitas coisas antes de chegar ao ponto central de um diálogo – em outras palavras, enrolam.

Segundo ela, os anglo-saxões em gerais não têm muitos floreios no momento de dizer algo, indo direto ao ponto para depois conversar melhor (algo que algumas pessoas podem achar um tanto ríspido). Apesar de ser um detalhe, quando as situações se repetem sequencialmente, algum dos dois tem grandes chances de se irritar com o outro.

2 – Dizer “sim” quando você quer dizer “talvez”

De acordo com os especialistas, os brasileiros não querem magoar os outros ou aparentarem rudes, sempre falando de modo devagar ou sem ser 100% franco. Muito estrangeiros não são assim, sem medo nenhum de dizer “não” quando necessário. O nosso “sim” às vezes quer dizer “talvez”, ao passo que o “talvez” pode também ser um “não” – os gringos são mais literais. Diante desse tipo de comportamento, os estrangeiros podem se sentir confusos e frustrados por não conseguirem interpretar esses comportamentos com exatidão – se é que há alguma.

3 – Brasileiros querem ter amigos no trabalho e não colegas

Segundo pesquisas da EY, o colega de trabalho perfeito para um brasileiro que vive no exterior é alguém inspirador, motivador, amigável e sociável – muito mais do que um simples colega, ele é um amigo. De acordo com Jussara Nunes, o brasileiro tende a focar nos relacionamentos de trabalho, sendo que primeiro ele deve confiar e se dar bem com as pessoas para depois realizar as tarefas e gerar bons resultados.

Aqui no Brasil, é comum as pessoas perguntarem no trabalho sobre assuntos pessoais, mostrarem fotos para os colegas de familiares e filhos, além dos típicos contatos físicos (beijos e abraços que não são comuns em vários países). No exterior, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, é mais comum o seguinte lema: “estamos aqui para fazer negócios e não amigos”.

4 – Negócios imediatos

De acordo com Fabiana Gabrieli, da HSM Educação, os brasileiros têm visões de negócios focadas no curto prazo, querem fechar contratos logo e fazem movimentos rápidos. Contudo, em outras culturas, isso não ocorre desse modo. No estilo oriental, por exemplo, as pessoas não fazem negócios com quem não conhecem. Só que por outro lado, nós sabemos que é preciso improvisar no mercado brasileiro – os empresários daqui frequentemente possuem um plano B ou C para as situações mais adversas.

5 – Exceções para quase tudo

Aqui no Brasil nós temos exceções para tudo, sejam situações que não precisam ser seguidas à risca ou normas que não são tão rígidas. Vendo por esse lado, nós podemos ser caracterizados como indisciplinados, querendo dar um “jeitinho” em situações que não podem ser contornadas. As exceções praticamente não existem no mercado internacional, sendo que nós precisamos seguir o manual deles e sem querer utilizar nenhum atalho – ou sairemos bem feios na foto.

6 – Pontualidade pra quê?

Infelizmente, no geral os brasileiros não são pontuais. Reuniões começam depois do horário marcado, podem demorar mais do que o previsto ou ainda serem remarcadas na última hora. Os atrasos são parte da rotina de muitas empresas do Brasil. Em alguns casos, isso é considerado flexibilidade, porém no geral nos atrasamos mesmo e ponto.

Em determinados países, se atrasar é praticamente um insulto. Isso sem levar em consideração quando equipes de várias nações trabalham juntas e você, o brasileiro, está de algum modo atrasado – seja no horário ou no prazo daquele relatório. Isso pode ser realmente danoso para carreira de qualquer um e é algo que deve ser adaptado assim que você convive com outras culturas.

Fonte: Moda e afins

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USP oferece cursos gratuitos sobre a História do Brasil

by cursovilabrasil on 04/11/2014 No comments

[styled_title]USP oferece cursos gratuitos sobre a História do Brasil[/styled_title]

Você tem interesse em saber mais sobre a história do Brasil? Saiba mais sobre os 3 cursos gratuitos online oferecidos pela USP (Universidade de São Paulo) através do site Univesp TV.

História do Brasil

Veja os três cursos oferecidos pela USP:

História do Brasil Colonial I

A América portuguesa dos séculos XVI e XVII: sociedade, política, economia e cultura.

Programa

  • O ouro do Brasil e a economia mundial.
  • A sociedade das Minas Gerais.
  • O Reformismo Ilustrado e a América portuguesa.
  • Fronteiras coloniais e limites no século XVIII.
  • Escravidão, tráfico negreiro e escravismo, séculos XVIII e XIX.
  • Literatura e cultura letrada.
  • A ideia de Brasil no século XVIII.
  • Motins e sedições: os padrões de contestação política.
  • O debate historiográfico em torno da “crise do Antigo Sistema Colonial”.
  • A Corte no Brasil e as reconfigurações do Império Português.
  • A Independência e a formação do Estado e da nação.
  • A parte e o todo: a dinâmica da colonização, séculos XVI-XIX.

 

História do Brasil Colonial II

Apogeu, crise e fim da colonização portuguesa da América (c.1695-c.1822)

Programa

  • América Indígena
  • A expansão comercial europeia e o continente americano
  • Os portugueses na América: feitorias e capitanias hereditárias
  • Os franceses na América e a competição mundial do século XVI
  • O imaginário da colonização
  • Economia e sociedade do açúcar
  • Trabalho indígena e trabalho africano: a formação de uma sociedade escravista
  • Religião e colonização
  • Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII
  • O debate historiográfico em torno do “Antigo Sistema Colonial”
  • A ocupação do território
  • A administração colonial
  • Fundamentos da sociedade colonial

 

História do Brasil

Curso com a participação de vários professores aborda a história do país, da época dos jesuítas à Primeira República.

Programa

  • Padre Antônio Vieira e a educação jesuítica
  • Reformas Pombalinas e estatização do ensino
  • Dom João VI
  • Demografia histórica
  • Independência
  • Primeira República
  • Independência
  • Jesuítas
  • Preceptoras
  • Reformas Pombalinas e ensino jesuítico
  • História da Alfabetização no Brasil
  • Abolição

Fonte: Canal do Ensino

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